Design thinking en la redefinición del visagismo
Crítica a las bases excluyentes y a la medición facial
DOI:
https://doi.org/10.29147/datjournal.v11i1.1011Palabras clave:
Design Thinking, Visagismo, Inclusión, DiversidadResumen
Este artículo investiga la práctica del visagismo, criticando las prácticas excluyentes y las técnicas controvertidas de medición facial. El objetivo es revisar críticamente las bases teóricas del visagismo, proponiendo su resignificación de la praxis a través de enfoques más inclusivos, utilizando para ello el Design Thinking. La metodología de este estudio es cualitativa y descriptiva, basada en una revisión bibliográfica y documental, que incluye libros, artículos científicos, disertaciones y tesis. Al analizar el origen y la evolución del visagismo, discutiendo las influencias culturales dominantes en los conceptos de belleza, se identifican fallas en los enfoques visagistas clásicos, como las prácticas de medición facial. En este sentido, el Design Thinking, como metodología integral, se propone como base para el proceso de consultoría, con el objetivo de estructurar y mejorar las prácticas visagistas. Los resultados indican que el Design Thinking puede ser una herramienta eficaz para hacer del visagismo una práctica más inclusiva y representativa, valorando la diversidad cultural y étnica.
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